A questão dos refugiados climáticos em debate
Enviada em 24/08/2023
Os desastres naturais, sempre existiram naturalmente no planeta Terra, como: tornados, mudanças na temperatura, inundações, tsunamis, terremotos, etc. Mas com o aumento das ações desenfreadas do ser humano, esses desastres acabam sendo intensificados, fazendo-os cada vez mais prejudiciais. Com esse aumento, nos dias atuais, os furacões, por exemplo, podem acabar destruindo cidades. Por causa desses desastres intensificados, existem pessoas que são forçadas a sair do país em que vivem para ir morar em outro, em muitos casos, por tempo indeterminado. Essas pessoas são chamadas de refugiados climáticos ou ambientais.
Por causa da intensificação do efeito estufa e do aquecimento global, os períodos de seca estão ficando cada vez piores, fazendo com que os países em que a seca já é algo comum fique ainda mais intensificado, dificultando a agricultura e o aumento da vulnerabilidade dos ecossistemas. Forçando as pessoas a migrarem para outros países mais desenvolvidos ou com situações melhores de clima, para terem uma chance de melhorar de vida ou para recomeçar. Sabendo dessas situações, há vários países que aceitam esses refugiados.
Um problema que pode piorar com o aumento drástico de refugiados, é a falta de desenvolvimento ou de infraestrutura dos países que aceitam refugiados. Pois com esse aumento de população em um país com falta de infraestrutura, pode causar problemas sociais graves, como falta de emprego, falta de recursos como comida e água e a falta de moradias, que no caso do Brasil, por exemplo, obriga as pessoas a morarem nas favelas ou nos morros, aumentando o desmatamento nos morros, podendo causar cada vez mais desmoronamentos.
Uma possível solução, é ter uma reunião entre vários líderes de diferentes países, para discutir formas para uma diminuição da poluição causada pelos seres humanos. Além de ajudarem os países que possuem grandes problemas de migrações e que não possuem infraestrutura para resistir aos desastres climáticos. Com o intuito de não obrigar as pessoas a saírem de seus países para terem uma vida melhor.