A questão dos refugiados climáticos em debate
Enviada em 05/01/2024
Na pintura “Os Retirantes” do artista brasileiro Candido Portinari, observa-se no retrato uma família de retirantes nordestinos fugindo das condições extremas de seca e miséria da região. Ao transferir tal obra para conjuntura atual, nota-se uma realidade vivenciada globalmente, já que a questão dos refugiados e a do clima não recebe a atenção necessária. Nesse cenário, há uma negligência de ações humanitárias
Primeiramente, nota-se a inoperância de órgãos responsáveis como um agravante. A Organização das Nações Unidas(ONU) estabeleceu “Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável “a serem cumpridas até o ano de 2030, dentre eles garantir o bem-estar, água e alimento a população global. Mas, na circunstância presente a inércia das nações ricas distancia expatriados, em decorrência de desastres climáticos.
Em segundo lugar, relata-se a ausência de educação ambiental para evitar o agravamento da questão. Nesse viés, o documento dos EUA “Uma Verdade Inconveniente” narra estragos por eventos naturais no mundo, e retirada que é a frequência e força de tais catástrofes têm responsabilidade humana . Diante disso, cabe uma educação ambiental.
Destarte, cabe a ONU e os países ricos da União Europeia - em sua função de assegurar o bem-estar global e prevenção do capital financeiro, respectivamente – a criação de campos de refugiados, mediante a mobilização para obtenção estratégica de regiões menos afetadas para serem construídos enquanto esses habitantes se manterem em situação de refugio.