A questão dos refugiados climáticos em debate

Enviada em 30/06/2024

Na obra “Utopia” do escritor inglês Thomas More é retratada uma sociedade perfeita no qual o corpo social padroniza-se pela ausência de problemas e conflitos. No entanto, o que se observa, na realidade contemporânea, é o oposto do que o autor prega, uma vez que a questão dos refugiados climáticos em debate apresenta barreiras as quais dificultam a concretização dos planos de More.

Inicialmente, urge salientar que a relação casuística da adversidade se dá pela negligência governamental atrelada a questão dos refugiados climáticos . Sobre tal perspectiva analítica, o filósofo Thomas Hobbes, dentro da obra o “Leviatã “ afirma que é função do estado, através do contrato social, a imposição da ordem e das garantias naturais ao endivido. Ainda assim, esse mesmo ente provoca o problema a partir do momento em que ele não efetiva o direito à migração e

refúgio legitimado oficialmente. Dessa forma a cidadania é colocada em um plano imaginário e o Óbice persiste.

Ademais, constata-se também a banalização da sociedade como uma das causas do tema na nação do pindorama. Nesse contexto a filosofá Hannah Arendt, criou a expressão “banalidade do mal”, a qual diz respeito ao fato de que as pessoas estão normalizando as mazelas sociais de modo a tornar-las naturalizadas.Nessa ótica, tal teoria é constatada, no contexto brasileiro, uma vez que parte da população não tem consciência da urgência climática , o que acarreta consequências as pessoas que foram forçadas a deixar seu habitat tradicional, por causa de uma perturbação ambiental acentuada. Dessa forma devido a normalização desse, um passe a problemática é agravada no meio social.

Portanto para atenuar os desafios relacionados a questão dos refugiados climáticos da nação verde-amarela, medidas exequíveis são necessárias. Dessa forma é preciso que o governo federal, como gestor maior da Pátria, deve institucionalizar o direito à migração e refúgio legitimado oficialmente, combatendo a desigualdade causada pelas mudanças climáticas e enfrentamento aos impactos ambientais .Isso poderá ser feito por meio de leis para expandir os países em vez de limitá-los, com o fito de assegurar a integralidade dos direitos a todos os cidadãos assim, o Brasil aproxima-se da obra “utopia” do escritor Thomas More.