A questão indígena no Brasil contemporâneo
Enviada em 27/07/2026
No ano de 1500, os portugueses chegaram as américas, local onde seriam feitas as vítimas do etnocentrismo e da escravização. Nessa perspectiva, vê-se que desde a vinda dos colonizadores, os nativos sofrem uma repressão tanto em seus costumes, quanto em sua vida. Assim, mostra-se relevante pensar na questão indígena no Brasil contemporâneo uma vez que o preconceito e a falta de valorização da cultura dos mesmos configuram as maiores problemáticas desse pernicioso cenário.
Primeiramente, é notório destacar que a forma que a sociedade enxerga a nação tradicional do país é negativa. A vista disso, a 1° fase do modernismo da literatura brasileira tem como foco tratar o indígena como um herói nacional, em busca de um patriotismo. Nesse viés, observa-se que os povos não são vistos da mesma forma, pois são recebidos por com falas desrespeitosas como: “Índios são preguiçosos”, “Índios precisam vir para as cidades”. Então, é preciso ver que tais atitudes da sociedade opressora resultam hoje em um retrocesso estatal.
Além disso, cabe ressaltar que os grupos afetados sofrem uma tentativa de apagamento cultural. A esse respeito, a carta de Pero Vaz de Caminha é um exemplo de como os europeus “animalizavam” (termo usado para inferiorizar raças não brancas) os nativos, a qual discorria fortes comentários preconceituosos como: “Não cobriam suas vergonhas”, “Precisam de salvação”. Por conseguinte, é possível ver traços desse pensamento atualmente, o qual é repassado por geração, trazendo consequências para a vida das vítimas. Sendo assim, torna-se urgente reconhecer que esse processo trouxe a desvalorização das etinias do país.
Portanto, com o objetivo de alterar a realidade do indígena no Brasil contemporâneo, é dever do Estado, entidade que organiza e administra a nação, ser mais severo em cumprir as leis de proteção aos povos originários, por meio de uma vigilância feitas por policiais que irão levar os agressores a um julgamento justo. Outrossim, é preciso que as escolas, disponibilizem palestras feitas por representantes dessa etinia, a fim de levar conhecimento de suas histórias para os alunos. Somente assim será possível reparar os danos causados a essa população.