A questão indígena no Brasil contemporâneo

Enviada em 27/08/2019

Funcionando como a  primeira lei de Newton, a lei da inércia, a qual tende a permanecer em seu movimento até que uma força suficiente atue sobre ele mudando o percurso. Os indígenas vêm resistindo à grandes impactos contra o seu povo desde a conquista da América Espanhola em 1492 quando os europeu dominaram as terras indígenas Maias, Astecas e Incas. A combinação de fatores de apropriação ilegal de terras indígenas e falta de política pública com o cuidado desses povos acaba contribuindo para a situação atual.

Em primeiro análise, de acordo com a folha de S. Paulo um líder indígena foi assassinado em meio a uma invasão de garimpeiros, no Amapá. No Brasil contemporâneo esses noticiários acontecem constantemente; os garimpeiros têm interesses em pedras preciosas que são encontradas em terras indígenas, sendo assim esses indivíduos se apropriam ilegalmente das terras, fazendo esses povos de reféns e até mesmo tirando suas vidas. Por isso, os responsáveis que cometem essas imprudências acabam contribuindo para a situação atual de persistência dos problemas Indígena.

Segundo a constituição Federal de 1988, são protegidos os índios, suas culturas e terras. Entretanto, a proteção ainda é escasso no Brasil, essa população vem sofrendo invasões e suas terras. É necessário um sistema qualificado para abordagem deste problema que incluía o poder público. Platão enunciava ‘‘Não basta viver, mas viver bem’’ Desse modo torna-se evidente a mudança do percurso da persistência atual para a extinção.

Em suma, medidas cabíveis são importantes para resolver o impasse que realizem a mudança no percurso. O IBAMA juntamente com a PMA, poderiam fazer com que a fiscalização de terras Indígenas sejam mais rigorosas como penalidade maior de multa, para que acabe ou diminua a ilegalidade. Outrossim, através dos poderes públicos como o MJS, seria importante eles intensificarem a segurança das tribos, colocando postos policiais nas redondezas das terras para que não ocorram nenhum tipo de violência contra esses povos que nas terras habitam.