A questão indígena no Brasil contemporâneo
Enviada em 13/11/2019
Segundo o sociólogo Zygmunt Baumam, a falta de solidez nas relações sociais é característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI.Assim, o individualismo e egocentrismo contribuem para a elevação exponencial da problematização referente a questão indígena no Brasil.Portanto, esse povo tem sofrido enormes injustiças de toda a comunidade, já que seus direitos principalmente de terra não são ratificados, além de serem acometidos por uma segregação social constante.
Nesse contexto, é válido ressaltar a frase do filósofo Jean-Jacques Rousseau, pela razão de expor a ideia de que " O homem é produto do meio", isto é, a sociedade influencia o indivíduo em todos os aspectos.Logo, é imprescindível que o Estado, no qual tem a função de resolver os problemas da coletividade, promova políticas públicas de resguardo e concretização dos direitos constitucionais dos autóctones, visto que o conflito principalmente agrário entre indígenas e extrativistas ilegais tem fomentado o extermínio daquele grupo.
Diante desse cenário, é visível que o índio da contemporaneidade tem sido alvo de atos intolerantes como preconceitos e violências físicas de cidadãos de todos os setores do seio social.Exemplo disso, é o fato do líder Galdino de Jesus Santos da etnia Pataxó, cujo foi queimado enquanto dormia no ponto de ônibus por jovens da alta sociedade ,logo após passar por uma extensa reunião sobre demarcação de terra de sua aldeia.
É, em síntese, factual que diante do exposto da fragmentação da valorização e respeito das comunidades tradicionais o problema da desvalidação da proteção desse grupo urge por medidas a criação da Secretária Especial do Índio pelo Ministério da Cidadania.Por intermédio de servidores que executaram audiências públicas com o auxílio de promotores para acelerar a demarcação e identificação de suas terras e também efetivaram campanhas contra crimes com essa raça, a fim de que todos caminhem coesos e integrados.