A questão indígena no Brasil contemporâneo
Enviada em 08/05/2020
Questão indígena no Brasil hoje!
No ano de 1500, no Brasil, houve o primeiro contato entre portugueses e indígenas, os quais foram distinguidos como selvagens e ingênuos devido a sua forma de viver e os conhecimentos distintos dos europeus possuíam. Em decorrência disso, a exclusão dos nativos brasileiros , como pertencentes da sociedade, fez com que não tivessem seus direitos garantidos, algo permanente nos dias atuais. A educação é teoricamente garantida por lei para todos, inclusive para os índios, mas não é executada e, também, não preocupa a população brasileira, mesmo sendo algo para o país crescer.
A princípio, tem-se, no meio legislativo, a proteção de direitos civis para os indígenas, principalmente a educação, e que devem ser realizadas pelo estado e pelo município, como instituído pela Constituição Federal de 1988. No entanto, tal benefício é esquecido, não só pela parte governamental, como também por toda a sociedade.Devido a esse cenário, é necessário refletir na ideia defendida por Immanuel Kant, filósofo alemão, que o ser humano é que a educação faz dele, ou seja, é algo importante para todos e não deve ser esquecido para ninguém.
Por conseguinte, a ausência de ensino superior aos indígenas também se encaixa na deficiência de fornecer seus direitos. Entretanto, mudanças já iniciaram para incentivar e facilitar a entrada na universidade, como ocorreu no ano passado (2018), na qual a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) proporcionou um vestibular adaptado ao público indígena, aplicadas em diversas aldeias e com questões sobre culturais.Tal iniciativa é de grande importância, devido a ampliação de oportunidades aos diferentes vestibulandos, e o Brasil é fortemente composto por diferenças, e para o país avançar, é necessário que todos tenham uma educação de qualidade.
Fica claro, portanto, que medidas para reverter a atual situação em relação à educação aos povos indígenas são necessárias, já que, mesmo com a legislação. o direito previsto não é devidamente executado e não é algo que comove a sociedade. Em face disso, cabe ao Ministério da Educação e Cultura (MEC), definir, por meio da definição de um número de vagas destinadas à indígenas, entre as que são disponibilizados no Sisu para o ingresso em faculdades, promovendo uma cota destinadas à índios, tendo o fito de, assim, promover a inclusão social de minorias e promover um avanço para o Brasil. Ademais, outra medida seria o governo garantir que a ordem prevista pela lei esteja sendo realizada, por intermédio da criação de grupos de fiscalização votada apenas a área escolar. Em suma, tais situações são necessárias para reverter a exclusão indígena que vem sendo praticada desde a colonização, além de promover um progresso do Brasil.