A questão indígena no Brasil contemporâneo
Enviada em 20/06/2020
Tupac Amaru, foi considerado o último líder das lutas contra a dominação da Coroa espanhola em terras incas. Entretanto, as lutas pelos direitos tradicionais dos povos ameríndios não se dissolveram na ocasião, estendendo-se à atualidade. Portanto, observa-se que essa nação é vista por uma ótica intolerante desde os primeiros anos da colonização europeia nas Américas ,o que configura-se um crime inafiançável do intelecto humano.
Em primeiro lugar, a constante marginalização dos povos indígenas nacionais possui raízes especificamente históricas.Segundo Martin Luther King, aprendemos a voar como pássaros, e a nadar como peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos. A partir dessa perspectiva, pode-se analisar, de acordo com o processo de formação de rochas sedimentares, que com a gradual e fragmentada aculturação indígena coagida ,majoritariamente, por europeus e iniciada ,principalmente,pela influência racista eurocentrista do século XVI a figura do Índio e seus ideais foram negligenciados e desvalorizados pela população nacional.
Somado a isso, é indubitável saber que atos, como invasões a terras destinadas às nações indígenas brasileiras, ferem as leis predestinadas à sua causa. Destarte, a Constituição brasileira de 1988 assegura os direitos à diferença e à terra dos povos ameríndios.Entretanto, sabe-se que a luta pelo reconhecimento e ocupação legal dessas terras frente ao agronegócio, por exemplo, é extremamente dificultosa, devido especialmente à falta de recognição dos costumes e direitos por estes,o que segundo uma lei newtoniana acarretaria em uma reação, ou seja invasão à terras de ambas as partes.
Dessa maneira, fica evidente que uma parcela das violações constitucionais possuem como causa a intolerância racial. Logo, urge que as escolas públicas e privadas proporcione atividades que estimulem o conhecimento das variações culturais, com a finalidade de essas culturas receberem o devido respeito. Ademais,faz-se necessário que o Estado, como representante do Poder Judiciário, potencialize as fiscalizações em fronteiras agrícolas e promova demarcações mais efetivas. Além disso, é imprescindível que telejornais , como responsável pela denúncia de descasos governamentais, devem expor com femença os conflitos e os atos inconstitucionais a fim convencer a população a lutar pelos seus direitos e pelo próximo.