A questão indígena no Brasil contemporâneo

Enviada em 01/09/2020

Em 1500, com a chegada de Pedro Alvares Cabral no Brasil, povos de diferentes culturas indígenas tiveram suas terras, suas vidas e seus costumes apagados da história por meio de políticas eurocêntricas que visavam o lucro por meio da exploração da nação brasileira. Infelizmente, até os dias atuais não houveram reparos, levando a perda crescente das terras nativas há 570 anos para o desmatamento e atualmente à urbanização.

Primeiramente, é necessário entender que o bloco econômico vigente é o Capitalismo, onde tanto os orgãos privados como públicos buscam investir em planos de gestão para maior rentabilidade econômica, fazendo assim com que territórios naturais se tornem alvo para novas construções. Consequentemente, com a criação de novas fábricas, os efeitos prejudiciais a saúde são intensificados, isso porque o desmatamento causará a potenciação do Efeito Estufa e quanto as produções, essas carregarão consigo Sulfeto de Hidrogênio (H2S), que durante as chuvas, ocasionaram a chuva ácida que é extremamente danosa para a vida.

Além disso, deve-se levar em consideração que essas atitudes são viabilizadas em votações governamentais por falta de representatividade dos povos autóctones pois, os mesmos possuem elevada taxa de analfabetismo, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a porcentagem de baixa escolaridade é três vezes maior em consideração aos moradores das cidades, sendo essa situação um reflexo da relação do governo com as minorias.

Para resolver esse impasse, cabe ao Ministério da Educação, a criação de uma portaria viabilizando investimentos para esses povos nativos, destinando parte do auxílio para o transporte dos moradores de comunidades naturais e o restante para a infraestrutura e qualificação de profissionais educacionais na área de morádia dos mesmos, quebrando assim o ciclo de explorações que a pátria herdou desde a chegada dos Portugueses e trazendo representação no campo político visando a todos.