A questão indígena no Brasil contemporâneo

Enviada em 03/11/2020

“É um pequeno passo para o homem, mas grande passo para a humanidade”, essa frase foi dita pelo Nill Armstrong ao pisar na lua em 1969. Contudo enquanto países estrangeiros levaram indivíduos para o espaço no século XX, o Brasil contemporâneo não consegue lidar com a problemática logo é preciso resolver essa adversidade, haja vista o eurocentrismo ainda presente e a violação de direitos.

De maneira análoga, ao observar o Período Colonial brasileiro, notamos uma forte presença do eurocentrismo, doutrina que caracterizava os índios como bárbaros, selvagens, incivilizados e preguiçosos. Ao analisar tal realidade, notamos que pensamento tão retrógrado em inferiorizar uma cultura que um dia já foi maioritária no país, nota-se uma indiferença e preconceito até nos dias atuais, e teoricamente as terras brasileiras pertencem aos indígenas, ela apenas foi ocupada e repovoada.

Em segundo plano, é notório uma discriminação com os povos indígenas, que tem todos os direitos humanos assegurados na Constituição Federal de 1988, e que infelizmente não é completamente assim, pois cada vez mais suas línguas tem sindo extintas e suas terras perdidas para o desmatamento, que aumentaram 64% até março de 2020, segundo o portal G1 de noticias. Além disso, algumas comunidades são totalmente isoladas, com suas crenças e suas maneiras de cura, qualquer outro contato com pessoas vindas de fora desse meio, pode ser muito prejudicial.

Dessa forma, pode-se dizer portanto, que medidas plausíveis devem ser tomadas, logo, cabe ao Governo Federal juntamente a Funai Fundação Nacional do Índio, traçar um plano para realmente proteger os direitos dos indígenas, e juntamente com o SPI Serviço de Proteção ao Índio. Agindo e fiscalizando modo de evitar o problema, que os indivíduos afetados se tornem independentes desse imbróglio, a fim de combater a questão indígena no Brasil contemporâneo, para que no futuro possa mudar essa situação de desigualdade e repreensão.