A questão indígena no Brasil contemporâneo

Enviada em 17/10/2021

A Carta de Pero Vaz de Caminha, um dos principais marcos da literatura brasileira, publicação da primeira impressão dos portugueses ao atracar no Brasil. Sob esse viés, um dos pontos mais marcantes do texto é uma descrição em relação aos índios, uma vez que o autor retrata os índios como selvangens, defende a evangelização e a inserção da cultura europeia nesse novo território. De analogogaoga, no Brasil contemporâneo, apesar da extrema contribuição dos indígenas para a cultura, a história e a sociedade brasileira, eles ainda não são elogiados como tal e não possuem seus direitos preservados. logo, analisar a perpetuação do preconceito e a demarcação de terras é fundamental para resolver de uma vez por todas a questão indígena no país

Convém ressaltar, a princípio, que a discriminação contra os povos indígenas é mantida pelos brasileiros desde da interpretação feita por Pero Vaz de Caminha. Nessa conjuntura, o romance “Iracema” de José de Alencar mostra a figura do índio idelizada, tratata como um ser místico e não demonstra sua verdadeira imagem e cultura. Ao observar o livro e a contemporaniedade, vê-se que os indígenas até o momento são vistos com esteriótipos de primitivos, sem cultura e são registrados em segundo plano na sociedade. Nesse sentido, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística o território brasileiro possui 305 etinias indígenas com hábitos diferentes. Entretanto, por ignorância e falta de empatia a maioria dos brasileiros têm uma convicção que todos os indíos são iguais e devem ser civilizados. Destrate,

Em segunda análise, cabe saliente que como a cultura indígena é ligada a terra e aos recursos naturais, é notório que essas não estudadas ter que, ainda, lutar por seus territórios. Diante disso, de acordo com a socióloga Hannah Arendt, em seu livro “A Banalidade do Mal”, quando uma ação negativa é repetida com alta frequência, ela passa a ser vista como algo natural. Analogamente, como moradias indígenas, no Brasil, são invadidas desde o século XVI e por isso o ato de tomar esses territórios se tornado algo normal para muitos cidadãos. Nesse contexto, uma bancada ruralista vem tomando posse das terras indígenas, sobretudo na região Norte, para alocar suas atividades comerciais como agricultura e pecuária. Desse modo, o avanço das atividades amortece em detrimento da vida dos índios é um impasse que não deve continuar,

Em sintese, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Portanto, cabe ao Ministério da Educação implementar, por meio de programas de rádio e televisão, propagandas, séries e desenhos animados de conscientização à preservação da cultura indígena. Essa divilgação deve contar com um histórico dos índios contados por eles, declarados, documentários sobre os hábitos das várias culturas indígenas, entre outros. Tudo isso para que os índios podem ser valorizados pela sua cultura, sua hitória e sua contribuição na sociedade brasileira. Outrossim, é necessário que o Governo distribua mais verbas para fiscalização e agilize a demarcação de terras dos autóctones. Somente assim, a visão dos brasileiros sobre os índices não serão errados como do autor português.