A realidade da escola inclusiva no Brasil

Enviada em 30/08/2026

“Educação não transforma o mundo. Pessoas mudam a educação. Pessoas transformam o mundo”. Essa frase atribuída ao professor Paulo Freire pode ser facilmente relacionada à realidade da escola inclusiva no Brasil, uma vez que são muitas barreiras enfrentadas por esses indivíduos. Desse modo, é importante ressaltar a carência de recursos e a falta de cursos de especialização.

Nesse contexto, é evidente que à realidade da escola inclusiva no Brasil prevalece pela falta de recursos. Conforme o Censo Escolar, em 2024 cerca de 36% das escolas públicas no país são adaptadas para pessoas com necessidades especiais, as outras 64% não. Sob esse enfoque, é essencial que recursos sejam disponibilizados para suprir a necessidade desses seres, para uma educação melhor e de fácil aprendizado.

Além disso, é inegável que a realidade das escolas inclusivas no Estado é grande pela falta de formação docente. Segundo o Painel de Indicadores de Educação Especial da DIVERSA (Instituto Rodrigo Mendes), cerca de 94,2% por professores regentes não contém educação especializada para atuar com pessoas portadoras de deficiência. De acordo com pesquisa realizada pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), um total de 5,8% dos professores conseguem atuar na educação inclusiva.

Diante do exposto, pode-se perceber que medidas públicas precisam ser tomadas. É de grande valia que o Governo Federal, juntamente com o Ministério da Educação e Cultura, implementem mais cursos de especialização para que professores docentes possam aprimorar seus conhecimentos e consigam lidar com pessoas portadoras de necessidades especiais. Portanto, cabe também ao MEC, em parceria com os estados e municípios fazerem uma reforma nas escolas públicas até o ano de 2030, utilizando o financiamento do FUNDEB, para que seja possível pessoas cegas, autistas e com outras neurodivergências serem inclusas. Dessa forma, será possível manter a integração e um estudo de qualidade a todos os alunos do Brasil.