A relação do brasileiro com sua nacionalidade: os efeitos do complexo de vira-latas.

Enviada em 24/05/2022

O livro “Macunaíma” retrata problemas sociais, como a falta de caratér nacional e irresistência sociocultural, devido complexos de inferioridade. Nesse sentido, a falta de identidade está intimamente relacionada à socidade brasileira atual, visto que o lugar de inferioridade que a população se coloca é um obstáculo que restringe a cidadania no país. Desse modo, a valorização do externo e a baixa autoestima contribuem para a inércia dessa problemática. Dessarte, torna-se essencial analisar o tema para a formação de um coletivo estável.

Diante desse cenário, desde a colonização portuguesa o povo sofre grandes influências na construção de sua identidade. Desde então, observa-se que tudo aquilo que vem de outra nação é acolhido pela comunidade brasileira, que sofreu e sofre impactos. A partir disso, tal fato é notório quando os itens que são importados para o Brasil são super valorizados, como músicas e produtos. Por conseguinte, a consequência do período pós colonial foi a dependência de uma aprovação externa, visto isso, corre-se o risco de aniquilação da cultura interna. Dessa maneira, é essencial mitigar essa problemática deixada pelo passado.

Outrossim, de acordo com maxwell maltz, baixa autoestima é como dirigir pela vida com o freio de mão puxado. A partir disso, nota-se tal ideário na falta de autoconfiança, a qual o cidadão adquire, pois não exerga valor em si mesmo. Nesse sentido, o excesso de negatividade e a necessidade de comparação e aprovação por exemplo, acarretam no declíno da vida plena da população. Dessa maneira, é necessária a reversão desse empecilho.

Por fim, infere-se a importância de analisar os efeitos do complexo de vira-latas, bem como a aversão da nacionalidade. Portanto, o Governo Federal, responsável por manter a ordem nacional, deve investir nessas contrariedades, por intermédio do Ministério da Educação e do Ministério do Trabalho, com o intuito de promover atividades profissionais que mostrem aos cidadãos a capacidade profissional e criativa presente no país, sem que os mesmos precisem se espelhar em outros territórios. Ademais, o Ministério da saúde deve promover campanhas para o apoio mental, a fim de ajudar a população que se sente inferiorizada, formando assim, um coletivo estável e longe das heranças negativa do passado.