A relevância da assistência social no Brasil

Enviada em 19/04/2020

Segundo a História, a princípio a assistência social no Brasil era feita pela igreja, uma espécie de caridade, onde os pobres eram ajudados pelos fiéis com suas necessidades. Segundo as crenças religiosas, as entidades deveriam socorrer o próximo pelo mesmo sentimento de compaixão que Cristo teve com os seus. No entanto, com o passar do tempo esse cenário que mostra a irrelevância do Governo com os pobres muda com a Constituição Federal de 1988, onde a assistência social no Brasil passa a ser uma questão de alta relevância.

As mudanças começaram a progredir em meados de 1930- 1945, no Governo de Getúlio Vargas, onde foi criado o Ministério do Trabalho e suas Leis Trabalhistas que garantiam os direitos, a proteção e os benefícios aos trabalhadores. Com a criação do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), o Governo regulamentou a filantropia, dessa forma a responsabilidade assistencial foi transferida para as entidade privadas, de modo que beneficiaria essas empresas, como uma politica de favor.

Com o decreto da Constituição Federal, a assistência social passou a ser um direito garantido por lei. A politica de favor se tornou uma politica de serviço público de acesso à população. A partir de então foram criados outros Órgãos de benefícios assistenciais, como o (Bolsa Família), um programa para as famílias de baixa renda. A saúde passou a ser gratuita e universal com o sistema o (SUS), Sistema Único de Saúde.

Pode ser observado que houve mudanças sociais gradativas na sociedade brasileira, portanto para que a assistência social no Brasil continue progredindo, é necessário que o Governo Federal invista recursos aos Órgãos assistenciais competentes, através da medida de capacitação de profissionais da área de auxílio social, para que seja garantido um atendimento de excelência ao público alvo. É fundamental ressaltar que deve haver organização no funcionamento do sistema para que toda população possa ser alcançada sem demora.