A relevância da assistência social no Brasil
Enviada em 24/09/2021
É indubitável que a Crise de 1929 teve demasiada contribuição para as discrepâncias populacionais se agravarem devido a quebra na bolsa de valores de Nova Iorque. Contudo, a existência das diferenças socio-culturais e políticas ainda são exuberantes no contexto atual mesmo que com assistência constitucional. Isso ocorre devido à insuficiência legislativa e ao silenciamento perante o abandono das parcelas socialmente minoritárias.
Sob esse viés, analisa-se que a Constituição federal brasileira não é corretamente desempenhada pelas instituições. De acordo com Gilberto Dimenstein - escritor e jornalista - os direitos vigentes carecem de execução, existindo apenas na teoria. À vista disso, entende-se que mesmo com a aprovação de medidas assistencialistas, o corpo social permanece sem auxílio e desemparado pelo governo brasileiro.
Paralelamente à falta de efetivação legislativa, observa-se o descaso das demais parcelas para com a discriminação de classes sociais. Segundo a filósofa negra Djamila Ribeiro, uma situação deve ser retirada da invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Portanto, se debates sobre a implementação de assistência social são inexistentes em determinado âmbito social, os órgão governamentais não adotam medidas voltadas para a equiparação de classes, favorecendo a discrepante organização social.
Em virtude dos fatos mencionados, é notório que para a resolução da carência de assistências sociais, medidas devem ser tomadas. Sendo assim, o Ministério da Economia - juntamente ao Ministério da Educação - tem o encargo de realizar estatísticas, auxiliar os necessitados e promover a conscientização de classes por meio de campanhas integrativas. Para que dessa forma, a assistência seja realizada e a equiparação, de fato, aconteça.