A relevância da assistência social no Brasil
Enviada em 26/08/2022
No filme norte-americano, “Precisosa” é retratada a vida de uma menina que teve seu nascimento baseado na necessidade de assistêncialismo da mãe, que ganhava mais dinheiro do Estado conforme aumentava o número de filhos. Assim como na obra no Brasil hodireno, há problema na prestação de assistência pelo poder público. Devido a lamentável fiscalização gorvernamental aos que irão receber ou recebem ajuda Estatal e desinformação social sobre o tema.
Nessa pespectiva, deve-se destacar o descumprimento da Constituição Federal que, em seu sexto artigo garante o cumprimento de direios básicos à todos os cidadãos. Isso se configura uma vez que, à pouca investigação governamental aos indivíduos que buscam o auxílio. Assim, há distibuição desleal de ajuda, já que pessoas que realmente precisam desta, não são atendidos, enquanto outros a utilizam como fonte de renda-extra.
Além disso, o grande preconceito com programas de ajuda Estatal, contribuem para a dificuldade do assistêncialismo de ancançar os que necessitam. De forma que, o que foi dito pelo filósofo Pitágoras, pode ser contextualizado, de acordo com ele é preciso educar as crianças para não punir os adultos, e a punição pode ser entendida pela dificuldade de obter ajuda da pessoa em situação de vulnerabilidade. Tornando-se clara a necessidade de modificação cultural vigente, com a mudança do pensamento de superioridade capitalista, em que o indivíduo é medido por seus bens materiais, excluindo-se a possibilidade de eventos externos que contribuem para a inserção do mesmo em situações precárias.
Em síntese, para que à assistência pública seja bem destinada. Faz-se imperioso que o Governo Federal, aprimore à investigação a possíveis indivíduos que serão benéficiados. Por meio de validação social ampla concomitante à visitas anuais, para verificar a renovação da assistência. Ademais, é imprescindível que o Ministério da Educação, promova campanhas explicativas em escolas e universidades públicas a cerca do perigo trazido por ideias meritocráticas, que desfiguram à prática assistêncialista. Finalmente, com o objetivo de transformar o tecido cultural vigente e mudar os moldes sociais, quebrando o ciclo de punição proposto por Pitágoras.