A relevância da educação midiática no Brasil atual

Enviada em 19/06/2023

Nas eleições presidenciais dos EUA de 2018, Barack Obama fora personagem de diversas informações equivocadas e falsas soltas por todas as midias sociais durante sua corrida pela Casa Branca o que acarretou em uma confusão e em um dos momentos mais emblemáticos da democracia americana. Conquanto, no Brasil atual não encontra-se um cenário muito longe da realidade americana, haja visto a última eleição de 2022. Logo, é primordial que escolas e o Estado incentivem politicas públicas de concientização midiática a todos os indivíduos.

Em princípio, eras atrás se fazia necessário muito tempo para a locomoção de uma irformação. Contudo, nos dias de hoje, com o advento da internet, a velocidade de viagem de uma informação é praticamente instantânea o que faz desse meio uma ferramenta importante para os veiculos de informação. No entanto, saber usar as informações que chegam ao usuário e como se portar refente à uma noticia é algo extremamente importante. Em suma, o usuário não sabe se informar se o que está lendo realmente faz juz à realidade ou se simplesmente recebera uma “fake news”. Em virtude disso, o ensino ao manuseio de informações nas midias se faz importante, pois realiza-se o a “transformação de informação para conhecimento”, segundo Patricia Blanco, presidente do Instituto Palavra Aberta.

Assim, seguindo os ensinamentos de Freire que dissera que “educação é libertadora”, a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) promove medidas e ações do educador para o manuseio das tecnologias para a informação e uso conciânte das TCI (tecnologias de Comunicação e Informação) por parte dos educandos, fomentado, assim, o direito à informação, à democracia e ao aprendizado preconizados na CF de 1988.

Portanto, se faz necessário uma proposta de intervenção para solucionar o impasse. É dever da União, através de um projeto lei, liberar financiamento e a exigência da presença de projetos com o uso das TCIs dentro dos Projetos Politicos Pedagógico das escolas para fomentar criticas e buscar por fonte por parte dos alunos, criando, assim, um espaço e uma sociedade cada vez mais longe da realidade dos americanos de 2018.