A relevância da educação midiática no Brasil atual

Enviada em 16/10/2023

É notório afirmar que a Constituição Federal, de 1988, visa garantir os direitos de todos os cidadãos brasileiros, conforme prevê o artigo 6º. Entretanto, em pleno século XXI, observa-se que na questão da relevância da educação midiática ela não é bem aplicada, a qual acaba gerando inúmeros problemas para a sociedade. Logo, é indispensável o debate sobre isso, como o foco em compreender as causas, analisar as consequências e buscar perspectivas que garantem a melhoria para essa parcela da população afetada.

Diante desse contexto, urge salientar que a relação casuística da adversidade se dá pela negligência governamental. Sobre isso, o filósofo inglês Thomas Hobbes, dentro da obra `` O Leviatã ´´, afirma que é função do Estado, a partir do Contrato Social, a imposição da ordem e das garantias individuais de cada indivíduo. No entanto, esse mesmo ente provoca a educação midiática a partir do momento em que ela não efetiva o direito à preparação de cada indivíduo. Com isso, a cidadania é colocada em um plano imaginário e o óbice persiste.

Outrossim, torna-se imprescindível referenciar Sêneca, grande filósofo do império romano, que, uma vez afirmou: `` Não estudamos para a vida, mas para a escola ´´. Todavia, quando se adentra a realidade hodierna, as escolas, uma das principais ferramentas de formação de opinião, são incompetentes em relação a preparação dos estudantes e o excesso de conteúdo. Isso pode acabar aumentando os problemas relacionados a saúde mental e comportamentos abusivos e agressivos, gerando a violência no ambiente escolar. Dessa forma, as crianças se tornam adultos desfamiliarizados com a educação midiática.

Portanto, torna-se evidentes que são fundamentais as criações de alternativas visando amenizar o impasse citado. Para isso, os interlocutores da informação, como noticiários, televisores, os canais de imprensa e outras plataformas devem promover a relevância sobre a importância da educação midiática, por meio de vídeos e debates com especialistas na área. Isso com a finalidade de chegar em um comum acordo. A partir da solução desse problema, o Brasil poderá ser, de fato, uma nação livre, justa e solitária.