A relevância da educação midiática no Brasil atual
Enviada em 14/10/2023
Segundo o físico e cientista Albert Einstein, o maior perigo do mundo não é o mal que os sujeitos causam, mas sim a omissão dos indivíduos que, podendo agir para atenuar as adversidades, não atuam para solucionar isso. Essa assertiva pode servir de analogia para manutenção da relevância na educação mediática no Brasil atual, já que o prolongamento dessa situação se deve, primordialmente, a negligência social. Desta forma, como originadores dessa diversidade cabe elencar a lacuna educacional e a ausência da participação social .
Em primeira análise, é essencial apontar que as dificuldades da educação mediática no país, deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne a criação de mecanismo que coíbam tais recorrências. Assim, na carta Magna de 1988 determina a educação de qualidade como um direito primordial, mesmo assim o país se encontra em uma era de desinformação que permanecem esquecido pelo poder público. Desta forma, o conceito de “cidadão de papel”, de Gilberto Dimestein, está inserido no povo brasileiro, visto que a totalidade do corpo social não usufrui dos seus direitos, permanecendo prejudicado pelo Estado.
Em segunda análise, é imperativo ressaltar a importância da promoção da educação mediática como promotor do problema. Segundo sociólogo alemão Habermas, é necessário que a sociedade debate sobre as questões morais a fim de estabelecer harmonia social. Partindo desse pressuposto, nota-se que a ausência da participação social é um fator que dificulta o problema a ser debatido. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que a indiferença dos indivíduos perante a falta de cumprimento da legislação atribui para a perpetuação desse quadro deletério.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar as dificuldades para se promover o tema, necessita-se que o ministério da educação, responsável pelo gerenciamento educacional nacional, por meio de uma reforma institucional, deve inserir na grade curricular matéria de engajamento nesse âmbito, com o intuito de promover a visibilidade e a promoção de uma educação de qualidade no Brasil.