A relevância da educação midiática no Brasil atual

Enviada em 16/10/2023

A Constituição Federal de 1988, prevê em seu artigo 6°, o direito à educação como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberando com a ênfase na prática quando se observa a educação midiática no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social.

Em primeira análise, deve-se ressaltar que a falta de medidas governamentais para combater a desinformação espalhada na internet. Nesse sentido, pode-se dizer que notícias falsas são publicadas na internet todos os dias, e a população não busca saber a veracidade da informação. Nessa conjuntura, segundo as ideias de John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social” já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar que as pessoas inventam mentiras, postam na internet. A série Gossip Girl, fala sobre um blog, que publica informações enviadas pelas pessoas, elas não enviam nenhuma prova de que aquela situação realmente ocorreu, que acompanham o site e nenhuma pessoa duvidou se o fato realmente aconteceu. Diante de tal exposto, os cidadãos publicam fakes News, pois acham que nada vai acontecer com elas. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Em virtude dos fatos mencionados, o Ministério da Comunicação deveria promover uma punição, uma multa ou até mesmo a perda das redes sociais, para as pessoas que publicam notícias falsas, a fim de que as pessoas comecem a pensar antes de postar algo. O Ministério da Comunicação, deve conscientizar o povo, através de propagandas, para assim conseguirem distinguir uma notícia falsa, de uma real, dessa forma percebendo a falta da verdade na publicação, não irá compartilhar. Assim, se consolidará uma sociedade mais informada, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.