A relevância da educação midiática no Brasil atual
Enviada em 31/07/2024
Em “Eu, a Patroa e as Crianças”, Michael é contra Jay comprar um computador para o Junior, pois é contra o acesso de seu filho jovem à informática, contudo, quando Jay compra um computador, Michael acaba postando um impropério, pois não tinha educação midiática. Visto isso, a educação midiática é uma sinonimia
de evolução humana, por isso, é relevante à civilização. Por conseguinte, não é apropriado que o Estado subtraia o direito à educomuncação digital dos pobres.
Sob essa ótica, a educação acerca de tecnologias da informação é evolução ao sujeito, tal qual a escrita, sabendo-se que a letradura foi termômetro que dividiu “Pré-história” de “História”. Além disso, levar em consideração que as mídias sociais são assinalamento de desenvolvimento é pouco, precisa-se registrar o século XXI como século da alfabetização computacional, uma vez que o contrário pejorativa o tempo contemporâneo. Vale lembrar que o “Código de leis de Hamurabi” destacou o início das leis sistematizadas em letras e, isto, basilou o século 13 para forjar às primeiras universidades graças aos registros, quer dizer, assim como para além das leis a universidade perpertua os saberes, a educação fixa o bem das mídias. Dito isso, há ligação entre ensino eletrônico e continuidade no avanço humano.
Por consequência, o Estado é fiscalizador do usufruto de direitos, sendo assim, é natual exigir dele o relevante acesso social equivalente do befício da erudição à internet. Nesse viés, a internet é um espaço livre, porém, o desequilíbrio socioeconômico brasileiro exclui o senso crítico dos usuários de mídias ao passo que pessoas evadem escolas para trabalhar, isto é, há acesso à internet, entretanto, não tem para o senso crítico digital. Nessa lógica, o espaço de circulação eletrônica das informações pode estar comprometido, já que, segundo o jornal “Metrópoles” a população passa cerca de 9 horas online, ou seja, se o Estado educasse à educomunicação por meios online, atrairia, talvez, a cumunidade virtual 9 horas ativa. Dessa forma, é o Estado que define o futuro midiático na pátria.
Logo, depreende-se que a educação de mídia é necessária e oriunda do Estado. Destarte, o Senado, este que forja as leis, deve fazer leis de acesso à alfabetização midiática através de votação, a fim evitar impropérios na internet, que nem aquele de “Michael”.