A romantização nos contos de fadas: a representação da inferioridade nas mulheres
Enviada em 12/10/2022
Sabe-se que o Brasil ao enfrentar a crise imobiliária (2008), das commodities (2014) e da covid-19 (2019) teve o mercado de trabalho e a indústria abalados. Essa dinâmica atingiu, principalmente, os jovens, que ao buscarem por um vaga de emprego se deparam com a necessidade de qualificação e experiência e com uma economia desaquecida. Sendo assim, urge a análise e resolução desses entraves na inserção de jovem no mercado.
Primeiramente, é válido destacar que a inexperiência e falta de qualificação dos jovens representa um obstáculo na conquista de um emprego, já que a concorrência os colocam em embate direito com os mais velhos e experientes, gerando uma competição destoante. Nesse sentido, o PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) aponta que 27,3% do jovens estão desempregados e os mais atingidos são os de baixa renda, o que acentua ainda mais a desigualdade socioecônomica no Brasil.
Além disso, tem-se o processo de desindustrialização que se intensificou desde 2018, o que reduz drasticamente os empregos e a capacidade do país em gerar novos. Segundo o IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a indústria, em 2018, teve a menor contribuição ao PIB desde 1947, isso ao estimular uma importação maior de produtos manufaturados, inflaciona o mercado interno e desaquece a economia, fazendo com a possibilidade de conseguir um emprego fique cada vez mais distante dos jovens brasileiros.
Portanto, a fim de integrar os jovens ao mercado de trabalho, é preciso que o Estado, por meio do SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) deve capacitá-los e prepará-los, com intuito de que esses disputem por uma vaga de emprego de forma justa. Além disso, o Estado deve fomentar a indústria nacional e consequentemente a criação de novos empregos para que estes jovens sejam incluídos a economia brasileira.