A romantização nos contos de fadas: a representação da inferioridade nas mulheres
Enviada em 15/10/2022
O primeiro conto de fadas criado por Walt Disney, “Branca de Neve”, em 1937, retrata assiduamente o errôneo ideário patriarcal e sua tentativa de incapacitar as mulheres. Sob essa óptica, apesar da crescente popularidade do movimento feminista ao redor do globo, milhares de mulheres foram, e são, inibidas de alcançar seu apogeu por causa de uma sociedade machista, que profere e age em razão de as desmoralizar.
A partir dessa conjuntura, assevera-se que a ganância pelo poder do patriarcado recai sobre as mulheres, que são vistas com rivalidade e como uma concorrência. Outrossim, afirma-se que a dominação masculina deixou um extenso rastro de violência e preconceito pela história da humanidade, censurando aqueles que os contestavam e tomando medidas extremas por causa do egoísmo. Dessa forma, Olímpia Gouges declara em forma de protesto aos opressores: “Mulheres quando deixares vós de ser cegas”. Assim, bem como a autora, outras negavam a submissão e lutavam pelos seus direitos humanitários, o que deve ser incentivado nas jovens até os dias atuais, para que não retrogradamos as conquistas realizadas pela força dessas mulheres.
Além disso, o código civil brasileiro de 1916, estabelecia que uma mulher teria a liberdade para trabalhar apenas com o conscentimento do marido. Portanto, isso simboliza a inferioridade e falta de capacidade atribuida a elas. Por consequinte, era indubitável que a severidade com que as meninas eram tratadas as acarretaria inúmeras consequências psícologicas, como depressão e ansiedade, o que pode ser afirmado por estudiosos até os dias atuais. Mas, ironicamente, a perda da saúde mental é usada contra as garotas pelos propríos dominadores que desejam as manipular a acreditar na sua insuficiência. Logo, urge-se que haja a desbanalização das causas femininas e que a afluência dos homens para com as mulheres acabe, como também o ódio direcionado a elas.
Em síntese, infere-se que, os preconceitos contra o genêro feminino estão presentes na contemporaneidade por causa das profundas cicatrizes deixadas pelo patriarcado. Porém, faz-se mister que todos deixem de aceitar tal dominação legítima e evoluir os pensamentos misóginos em busca de um mundo equalitário.