A saúde bucal dos brasileiros
Enviada em 24/04/2022
O desvio do hábito em manter a cavidade oral frequentemente limpa, por meio de escovação, uso do fio dental e ademais prevenções, vem afetando o dia a dia de inúmeros brasileiros devido a falta de recursos, incentivo e tempo. Órgãos como O Ministério da Saúde, Ministério da Educação e o Departamente de Atenção Básica, devem atuar em conjunto tendo em vista a redução das adversidades causadas pela falta da consciência à respeito de uma higienização bucal adequada.
Apesar de estarmos rodeados por tecnologia a todo instante, há ainda no Brasil cidadãos que não possuem conhecimento acerca dos devidos cuidados da cavidade bucal, tão pouco obtêm recursos para realizá-los. Outros, apesar de conscientes, não se sentem motivados a fazê-lo ou não dispõem de tempo graças a intensa jornada de trabalho.
Segundo uma Pesquisa Nacional de Saúde realizada pelo IBGE em 2019, aproximadamente 21% da população brasileira acima de 18 anos, perderam 13 dentes ou mais. De acordo com Freud em “O Ego e o Id”, a primeira representação unificada que o sujeito tem de si é a imagem corporal, que será sempre referência a um padrão ideal imposto pelas exigências sociais. Em síntese a perda desse órgão influencia negativamente o bem-estar mental, emocional e físico, a vida sexual e afetiva e a sociabilidade do cidadão. Entre os piores casos se encontram a perda de todos os dentes, sendo necessária uma prótese ou semelhante e a morte por doenças cardíacas relacionadas a infecções bucais.
O cuidado com a higiene bucal inicia-se ainda quando recém-nascido, tendo reforço na infância e se tornando um hábito constante por toda a vida. Com o objetivo de diminuir os problemas supracitados, O MS em conjunto com O ME e o DAB, devem investir na prevenção dos mesmos, realizando palestras para gestantes, mães, o público em geral e palestras interativas para crianças nas escolas, em adição, deve haver a distribuição de kits contendo escova de dentes, creme dental e fio dentário.