A saúde bucal dos brasileiros
Enviada em 22/06/2022
De acordo com John Locke, os cidadãos cedem sua confiança ao Estado, que, por outro lado, deve garantir os direitos básicos a eles. No entanto, essa prorrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a saúde bucal dos brasilienses. Tal situação é preocupante, pois segue sendo afetada pela frívola atuação estatal e também pela desigualdade socioecônomica.
Nesse viés, vale ressaltar que a frívola atuação estatal é uma das bases para essa problemática, o SUS (Sistema Único de Saúde) oferta atendimentos gratuitos para população, porém, o programa necessita de melhorias urgente, tendo em vista que, cerca de 34 milhões de brasileiros perderam 13 ou mais dentes, segundo dados do IBGE. Logo, urge que a ínfima assistência de sáude bucal seja ressignificada.
Ademais, o aumento da desigualdade socioecônomica prejudica de forma direta à questão abordada no tema, somente 12,3% da população têm algum tipo de plano odontológico,informação retirada do site sinog, evidenciando assim,em como o desequilibrio social afeta diversas áreas da vida dos brasileiros menos favorecidos. Portanto, a discrepância social torna o acesso a saúde de qualidade um privilégio do grupo elitizado.
Sob tal ótica, fica nítido que deve haver melhorias no que tange essa questão , o governo federal juntamente a profissionais especializados na área devem promover campanhas de conscientização sobre os cuidados bucais básicos, distribuindo também kits para serem seguidos as recomendações de forma correta, afim de ocorrer uma dimunuição no número de pessoas que sofrem com a perda dos dentes. Assim, o Estado descrito por John Locke fará sentido para população brasileira.