A substituição de brinquedos por telas: as consequências do uso de tecnologias por crianças
Enviada em 09/03/2026
O novo filme ´´Toy Story 5`` abordará a luta dos brinquedos clássicos contra a tecnologia, enfrentando um tablet que atuará como novo vilão. Nos dias atuais, mostra-se relevante pensar na substituição de brinquedos por telas e as suas consequências no bem-estar infantil, uma vez que, o excesso de tecnologia atrapalha o desenvolvimento congnitvo nos primeiros anos de vida. Dessa maneira, é evidente que a problemática se desenvolve não só devido a falta de regularização estatal ao uso de dispositivos eletrônicos por menores, mas também pela banalidade do tema no âmbito familiar diante desse quadro alarmante.
Primeiramente, cabe analisar a ausência de medidas governamentais para combater o uso de dispositivos eletrônicos por menores. De acordo com o matemático e filósofo Albert Einstein, ´´ o espírito humano precisa prevalecer sobre a tecnologia`` . Entretanto, observamos que esta conjuntura não se encaixa desejavelmente na prática, visto que, não há regulamentação na legislação brasileira que estabeleça limites na utilização de eletrônicos por crianças, expondo elas a qualquer tipo de conteúdo ou mesmo ataques virtuais - como o bullying. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa portura de forma urgente.
Ademais, a banalização acerca do uso excessivo de telas no âmbito familiar também pode ser apontado como promotor do problema. De acordo com pesquisas da UFMG, sintomas de estresse, depressão e ansiedade estão relacionados ao uso intensivo de telas, além de proporcionar sete vezes mais chances de desenvolver TDAH. Partindo desse pressuposto, a negligência das famílias é um fator decisivo para a saúde mental das crianças, podendo ocasionar graves consequências na segurança da população futuramente.
Portanto, é necessário que essa situação seja dissolvida, para isso, o governo, órgão responsável pela condição e existência de todos, deve prover apoio as crianças por meio de investimentos e pelo excercício das leis, criando novas legislações com o intuito de protegê-las no ambiente tecnológico. Simultaneamente, as famílias devem prover apoio pscicológico e socioeducativo para as crianças criando regras e projetos sociais voltados ao uso de telas. Dessa forma, diminuirá gradativamente essa patologia social no Brasil.