A substituição de brinquedos por telas: as consequências do uso de tecnologias por crianças
Enviada em 29/03/2026
Preliminarmente, a interação dos pais com seus filhos, promovendo experiências reais de brincadeiras e desafios, culmina no desenvolvimento cognitivo das crianças para a criatividade e resoluções de problemas. Entretanto, muitas dessas relações parentais são distanciadas pelas telas, culminando em consequências indesejáveis, como sedentarismo e conflitos emocionais.
Em primeiro momento, as crianças estão se movimentando menos por conta de determinadas tecnologias e a falta das atividades motoras traz sérios problemas à saúde. Sob esse viés, o exercício física ou o esporte desenvolve o tônus muscular, preparando-as para uma resposta motora mais ágil e eficaz. Entretanto, a experiência de telas tem as tornado cada vez mais sedentárias e propensas á obesidade, interferindo em seus índices metabólicos e no ideal desenvolvimento físico. Dessa forma, faz necessário avaliar os seus hábitos, orientando-as à práticas diversas.
Vale também salientar que a saúde mental de muitas crianças que se isolam do mundo real para viverem experiências ou serem personagens, escondem problemas emocionais que precisam de atenção. Nessa perspectiva, a animação cinematográfica da Disney, “Divertidamente”, revela a complexidade do desenvolvimento emocional de uma personagem ao lidar com os diferentes sentimentos. Nesta perspectiva, o acesso indiscriminados a conteúdos, sem o devido filtro da faixa etária, somada a falta de acolhimento e a devida orientação tornam as crianças propensas à crises emocionais.
Em suma, para se combater os malefícios da substituição dos brinquedos pelas telas, faz necessário que os pais sejam incentivados nos trabalhos e nos demais ambientes de convivência à promoverem diariamente experiências motoras e lúdicas aos seus filhos, reduzindo o tempo de acesso deles às telas e promovendo momentos que desenvolverão habilidades necessária para a sua vida pregressa.