A substituição de brinquedos por telas: as consequências do uso de tecnologias por crianças
Enviada em 11/08/2026
De acordo com o conceito “Banalidade do mal”, trazido pela filósofa Hannah Arend’t, quando uma atitude hostil ocorre constantemente, a sociedade passa a vê-la como banal. Na realidade brasileira, isso pode ser observado a medida em que negligência governamental e a inércia midiática configuram desafios para as consequências do uso de tecnologias por crianças. Dessa forma, faz-se imprescindível remediar esse imbróglio em prol da harmonia social.
Em primeira análise, de acordo com o sociólogo Zygmunt Bauman, algumas instituições atuam como “zumbis”, pois perderam sua função social. Paralelo a isso, sabe- se que o desenvolvimento infantil é uma das fases mais importantes para se ter uma boa vida. Logo a inoperância estatal é um dos maiores contribuintes para esse problema precoce e desenfreado. Dessa forma, quanto menos o Estado se atentar a esse amadurecimento antecipado, mais haverá desafios para combater esse impasse.
Em segunda análise, segundo Jean Piaget, pensador suiço, “a infância é a fase de maior criatividade na vida de um ser humano”. Semelhante a isso, percebe- se que não é comum ver diálogos, notícias e debates sobre tal assunto. Na contemporaneidade, é comum ver crianças agindo como adultos, no modo de falar, vestir e se comportar, o que se tornou algo preocupante, pois crianças devem ser e agir como tal.
Diante do exposto, cabe ao Governo e a mídia ajudat no combate desta causa com a criação de palestras, para que possam colaborar no bem estar social dos indivíduos e no desenvolvimento positivo da população brasileira.