A substituição de brinquedos por telas: as consequências do uso de tecnologias por crianças

Enviada em 12/06/2026

Segundo a antropologia, desde os tempos das cavernas, a evolução do Homem se dá pela interação social, classificando do o como “um ser social”. Porém, na atualidade, com o avanço tecnológico, as telas passaram a ter um papel tão importante que estão mudando essa premissa clássica ao trazer consequências para as crianças com o bandono dos brinquedos por telas. Esse quadro, lamentavelmente, tem raízes profundas no contato não supervisionado descontrolado e o bandono de práticas lúdicas benéficas.

Nesse contexto, o contato descontrolado da criança com a tecnologia muda a infância por provocar o abandono dos brinquedos. Devido ao baratemento tecnológico, da terceira revolução industrial, tornou-se comum o contato de infantes com a tecnologia. Por causa disso, ao invez de se divertirem com um objeto inamimado que requer altas cargas de imaginação, passam a usufluir do mundo coloridos das telas. Isso causa um pacto negativo ao valoriar a passividade, que por vezes está associada à depressão e doenças comportamentais, em vez de práticas de divertimento ativo que causam crescimento cognitivo. Logo, enquanto permanecer essa linha de ligação sem supervisão, cada vez mais os briquedos são abandonados.

Ademais, o uso prolongado desse meio tecnológico traz consequências para o futuro. Exemplo disso é o abandono de jogos clássicos como Xadrez que contribui para prática de estratégias, cálculos e interação social pela uso prolongado da internet. Dessa forma, abandona-se a prática de um exercícios mental pela prática da passividade de apenas observar o que passa na tela, resultando no decrescimento cognitivo futuro. Logo, a continuidade de acesso, sem intervenção do uso dessa tecnologia, perpetua um futuro ruim para os infantes.

Portanto, barrar as consequências da substituição dos brinquedos por telas medidas são necessárias. Nesse sentido, o governo, por meio do Ministério da Educação - responsável pelo setor-, deve fazer campanhas de conscientização que levem o conhecimento dos impactos do uso desses meio tecnológico sobre os infantes, a fim de não perpetuar as consequências prejudiciais. Isso pode ser feito com campanhas itinerantes de consciententização para manter a evolução normal.