A substituição do caderno por notebooks e tablets: evolução ou atraso cognitivo?
Enviada em 28/06/2022
No livro crítico de Ray Bradbury, “Fahrenheit 451” faz uma crítica ao poder dos livros na sociedade e a substituição dos mesmos no futuro pelos aparelhos tecnológicos avançados. Sendo assim, fora da obra, a tecnologia que está em constante evolução possui altas chances de suceder os livros, mas isso não só afeta a evolução cognitiva dos alunos e do ser humano, como também prejudica na atenção e incentiva a dependência. Desta forma, é necessário medidas para incentivar o consumo do livro ao invés dos dispositivos eletrônicos.
Primeiramente, por se tratar de um assunto que diverge opiniões, de acordo com o site “educação imaginie”, os celulares possuem suas vantagens por serem inovadores e terem acessibilidade fácil. Entretanto, a livre utilização dos dispositivos eletrônicos em sala de aula atrapalham na didática do aluno, que afeta em sua atenção e submete-o na dependência dos aparelhos digitais, a ponto de afastar o aluno do hábito social e de sua educação. Logo, é preciso reaver as regras sobre a utilização independente de telefones em períodos de estudos.
Além disso, com base no site de notícias “G1”, há uma crescente utilização de notebooks e celulares nas instituições brasileiras, dentre 50% utilizam em salas de aula de maneira didática e saudável e por outro lado, há uma decrescente porcentagem de leitores assíduos no país. Diante de tal problema, é notório que a maioria dos jovens não veem futuro em seus livros e cadernos ou perdem seu precioso tempo nas redes sociais e na internet, o que ocasiona em um atraso cognitivo. Visto isso, deve-se estimular as crianças desde cedo a possuírem o prazer de estudar e ler, e ajudar no aceleramento cognitivo delas.
Portanto, para se criar uma sociedade mais intelectual e independente é essencial que, o Governo com o apoio do Ministério da Educação criem medidas que diminuam a utilização dos aparelhos digitais em salas de aula a fim de ajudar os jovens a não os utilizar em horários específicos, não os proibir. A sociedade pode auxiliar na compra e exposições públicas de livros para que assim incentive a população no seu desenvolvimento cognitivo e racional. Desta forma, não haverá a substituição dos cadernos pela tecnologia, salvando o povo brasileiro em seu conhecimento e sua formação.