A substituição do caderno por notebooks e tablets: evolução ou atraso cognitivo?

Enviada em 15/07/2022

De acordo com Steve Jobs a tecnologia movimenta o mundo. Por esse viés, nota-se a importância do universo digital para a sociedade. Por outro lado, Albert Einstein define sua conduta expressando que o ser humano necessita prevalecer sobre a tecnologia. Sob essa perspectiva, observa-se duas esferas a cerca do uso das redes e dos recusos oferecidos, podendo citar como debate a substituição do caderno por notebooks e tablets, sendo tal temática vista por um lado como evolução e outro como atraso cognitivo.

Partindo desse pressuposto, durante a pandemia do corona vírus, o uso dos notebooks e tablets tornaram-se os meios de comunicação mais viáveis na realidade do momento. Por esse viés, analisa-se a importância dos meios de comunicação tanto para o acesso ao conhecimento através de vídeos aulas, como também para a substituição dos livros e cadernos. Sendo assim, o uso consciente do meio digital é de grande valia, já que aproxima os materiais, até então apenas físicos, para uma realidade virtual que se encontra, muitas das vezes com o acesso facilitado, vsto assim, como evolução.

Em contrapartida, aborda-se sobre os ônus do uso de tablets e notebooks com a finalidade de obteção única do conhecimento. Diante desse cenário, o psicólogo B.F. Skinner expressa que a problemática não é o uso da tecnologia, e sim se o ser humano está em estado de eficiência e prática nas atividades, ou seja, não por substituição mas por complementação, evitando pois, o atraso cognitivo. Desse modo, nota-se as disparidades de opiniões a cerca da migração dos materiais e serviços físicos para o mundo digital e tecnológico.

Conclui-se, portanto, a observação das vantagens e desvantagens desta comutação. Por conseguinte, cabe-se aos usuários dos recusos tecnológicos reconhecerem a importância dos materiais físicos, assim como, consumidores unicamente de materiais presenciais acatarem a importância do uso dos meios digitais, promovendo assim o equilíbrio de ambas as esferas, a fim de utilizarmos com consciência e intensidade todo conhecimento disposto, como observado por Skinner, Einstein e Jobs.