A substituição do caderno por notebooks e tablets: evolução ou atraso cognitivo?
Enviada em 21/09/2022
A progressiva introdução da tecnologia na educação tem a proposta de melhorar a qualidade no aprendizado do estudante, trazendo mais velocidade e conforto aos usuários. Conquanto, tal prerrogativa não vem se reverberado com ênfase na prática quando se observa o atraso cognitivo pela substituição do caderno por notebooks. Portanto, faz-se necessária a análise dos fatores que favorecem a permanência desse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar o melhor aproveitamento cognitivo ao utilizar o caderno ao invés dos notebooks. Nesse sentido, conforme a pesquisa publicada na revista Psychological Science, escrever à mão deveria ser priorizado, visto que melhora a compreensão dos assuntos e, consequentemente, melhora nas notas.
Ademais, é fundamental apontar o maior potencial de distração quando utiliza-se eletrônicos como fator contribuinte no atraso cognitivo da substituição dos cadernos por notebooks. Tomando como base os dados recolhidos dos alunos de psicologia na universidade Estadual de Winona, Minnesota, Estados Unidos, mostrou que os alunos que levaram laptops para as aulas tiveram menos rendimento dos que não levaram.
Conclui-se, portanto, a necessidade da permanência do uso de cadernos nas salas de aulas para melhor aproveitamento estudantil. Nesse sentido, é necessário a proibição de aparelhos teconológicos nas escolas e universidades, por meio de leis federais criadas e votadas pela câmara de deputados, a fim de garantir aos estudantes melhor rendimento nos estudos. Paralelamente a isso, é imperiosa a conscientização dos benefícios da não adoção de aparelhos eletrônicos em salas de aula, por meio de palestras com profissionais da área., para que torne-se um conhecimento comum e aplicável na vida individual.