A substituição do caderno por notebooks e tablets: evolução ou atraso cognitivo?
Enviada em 24/09/2022
A Terceira Revolução Industrial, ocorrida no século XX, trouxe muitos avanços para o mundo, com destaque para os computadores. Nessa perspectiva, entende-se que ao passar do tempo, houve alguns agregados a mais na tecnologia do dia dia da população, tais como smartphones, tablets e notebooks, que nos dias atuais, são encontrados frequentemente em ambientes escolares. Entretanto, todos esses meios tem gerado limitações nos processos pedagógicos, uma vez que os recursos tradicionais do ensino são abandonados em sala de aula.
Primeiramente, vale ressaltar o uso recorrente desses aparelhos eletrônicos em escolas e universidades, o que abrange contestações. O site do Agência Brasil, divulgou uma pesquisa sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nas Escolas Brasileiras, mostrando que o percentual de professores que utilizam o celular para realizar atividades cresceu de 39% em 2015, para cerca de 56% em 2017. Nas escolas públicas esse aumento passou a ser de 36% para 53%, já nas particulares 46% para aproximadamente 70%.
Outro fator importante é que apesar do crescimento tecnológico na educação, nota-se uma geração de estudantes muito dispersos, devido aos malefícios desta evolução. Dados apontam que mais de 90% das escolas proíbem o uso do celular na sala de aula, pois, isso traz consequências, como o desestímulo, falta de concentração e o desinteresse de crianças e jovens nas aulas.
Baseando-se nos argumentos supracitados , medidas devem ser tomadas, visando o melhor desempenho do aluno em sua carreira acadêmica, independente do método de ensino. Instituições como o Ministério da Educação e o Estado, devem se aliar para promover campanhas, junto com a mídia, para conscientizar os estudantes que esse tipo de tecnologia deve ser utilizada em pró de sua evolução.