A substituição do caderno por notebooks e tablets: evolução ou atraso cognitivo?
Enviada em 27/09/2022
O cantor Toquinho,em sua música “Caderno”, revela a fundamentalidade de um objeto simples, e de suma importância no papel de desenvolvimento de sua personagem,o caderno. Sob esse viés, conduzindo para a discussão hodierna, a substituição de materiais didáticos físicos por notebooks e tablets, em principalmente instituições escolares acarreta consequências e atrasos cognitivos. Nesse sentido, cabe destacar as principais consequências de tal permuta.
É preciso entender, de início, que a substituição de cadernos pelo manuseio de aparelhos tecnológicos em ambientes escolares provoca maiores índices de distração por parte dos alunos. Esse questão ocorre, pois os estudantes acessam outros conteúdos não correspondentes as aulas,tais quais jogos e redes sociais de amplo alcance,como o Instagram. A Universidade Estadual de Winona, nos Estados Unidos realizou testes com os alunos que estão cursando psicologia, onde permitiu o acesso a notebooks durante as aulas, onde verificou que cerca de 64% deles estavam acessando outros temáticas não referentes ao assunto das aulas.
Outrossim, vale ressaltar que tal permuta prejudica a efetividade e memorização do aprendizado dos estudantes. Pois, segundo o estudo divulgado pela revista “Psychologycal Science”, fazer anotações manuscritas no caderno revelam múltiplos benefícios a produtividade e eficácia do estudo, cujos notebooks e tablets não proporcionam em amplitudes equivalentes.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Cabe ao Governo Federal em parceria com o Ministério da Educação e Cultura, estabelecer ações de incentivo a preferência do manuseio de mecanismos manuscristos para a aprendiuzagem, como o caderno, através do meio midiático a fim de proporcionar alunos com menores índices de distração durante a ministração das aulas e com melhores rendimentos na memorização de conteúdos.