A substituição do caderno por notebooks e tablets: evolução ou atraso cognitivo?

Enviada em 19/10/2022

A revolução tecnologia-ciência-informação que ocorreu no século 20 trouxe muitos avanços para o mundo, principalmente os computadores. Nessa perspectiva, hoje, diante do contínuo surgimento de smartphones, tablets e laptops, principalmente em ambientes escolares, há um aumento maior da tecnologia no cotidiano das pessoas. No entanto, todo esse conjunto de inovações criou um impasse no processo de ensino hoje, pois o uso desses recursos é supervalorizado e os métodos tradicionais e funcionais de ensino em sala de aula são abandonados.

Sob esse preconceito, o uso de tablets e laptops em escolas e universidades tornou-se comum, o que gerou polêmica. Nesse caso, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Michigan, 75 % dos alunos perdem o foco nas aulas quando usam a tecnologia para ajudá-los. Esse fato gera um efeito cascata de insucesso educacional, pois os professores ficam frustrados com baixos índices de aprendizagem dos alunos, e eles acabam abandonando a escola sem saber nada sobre suas vidas. Tudo isso levará a um treinamento massivo no futuro para pessoas que não sabem o que é necessário.

Além disso A rejeição dos métodos clássicos de ensino também é altamente encorajada. principalmente pelos pais. Como prova disso, 81 % das escolas públicas de todo o país possuem laboratórios de informática, dados coletados pelo Censo Escolar. Essa situação gera preocupações sociais, pois o sistema educacional brasileiro não possui métodos para integrar convenientemente os computadores ao aprendizado. Consequentemente, fica claro que hoje as tecnologias não substituem o papel da educação tradicional.

Portanto, ele apela ao Estado para intervir para resolver os impasses mencionados. Portanto, o Ministério da Educação deve preparar um plano nacional para a integração gradual dos métodos de ensino tradicional e técnico nas escolas em cooperação entre pedagogos e informantes. Ele fornece um método de ensino claro que promove o aprendizado, que incentiva professores e alunos a desenvolverem cidadãos pensantes. Assim vai o Brasil, onde a educação é mais lucrativa.