A substituição do caderno por notebooks e tablets: evolução ou atraso cognitivo?
Enviada em 21/10/2022
Entre os anos de 2000 a 2013, o canal de televisão “tv cultura” transmitia o telecurso 2000, programa que usava a tecnologia para promover o conhecimento estudantil. Diante disso, nota-se que a tecnologia também possui ultilidade para fins educacionais dentro do cotidiano. Logo, destaca-se a substituição do caderno por notebooks e tablets: evolução ou atraso cognitivo, a citar, o retrocesso do aprendizado causado pela tecnologia, e os avanços na facilidade de busca pelo conhecimento.
A princípio, segundo dados divulgados pelo centro de pesquisa da universidade de Michigan, 75% dos entrevistados alegam terem distrações durante o uso do notebook na sala de aula. Sob essa perspectiva, é visível que o acesso a diversas informações simultaneamente, e intensificado por um layout extremamente chamativo, provoca um desvio de atenção para o que estava sendo proposto em sala. Por conseguinte, a tentativa de evolução na aprendizagem provoca a fuga do foco em diversos estudantes no período de aula.
Por outro lado, de acordo com o empresário americano Steve Jobs, “a tecnologia move o mundo”. Deste modo, nota-se que a tecnologia está se aperfeiçoando a cada dia em vários âmbitos, inclusive na educação, promovendo melhores estruturas e portais de acesso ao conhecimento, como sistemas de compartilhamento de dados entre os aparelhos eletrônicos em sala. Além disso, a imersão dessas novas tecnologias substitui cada vez mais os métodos mais tradicionais de estudo, como a escrita nos cadernos e a leitura em ficheiros físicos fora da realidade digital comteporânea.
Portanto, deve-se propor alternativas que equilibrem o uso da tecnologia dentro das escolas, de maneira que não haja excesso de desvantagens. Então, cabe ao governo federal, através dos ministérios da educação e de ciência e tecnologia, por meio de campanhas nos colégios públicos e privados, regular o uso dos aparelhos, de forma que facilite o acesso ao conteúdo, porém não deixando de lado técnicas convenciais que são mais eficazes no aprendizado, como o uso de cadernos e escrita em apostilas, por exemplo, a fim de haja o bom uso da tecnologia em favor da educação.