A substituição do caderno por notebooks e tablets: evolução ou atraso cognitivo?

Enviada em 24/10/2022

No filme “Jogador n° 1” retrata uma sociedade onde todos vivem centrados no meio digital. Simultaneamente, ao analisar a contemporaneidade é fato que a troca de caderno pelos meios tecnológicos é apenas um passo para viver a realidade do filme. Com efeito, as pessoas estão substituindo o meio tradicional e isso pode ser um desvantagem para o aprendizado. Logo, de modo a solucionar esse revés, é imprescindível enunciar os aspectos socioculturais e constitucionais que funcionam como pilares da chaga.

Em primeira analise, é evidente citar o fator social. Sob tal perspectiva, conforme o pensador Émile Durkheim a sociedade deve ser analisada de maneira justa e distanciada do senso comum. Nesse sentido, a proposta do sociólogo pode ser aplicada quando se observa os alunos que estão usando tablets, notebooks com um menor desempenho escolar, pois, ao invés de estudarem ficam nas redes sociais e acabam não prestando atenção na aula.

Ademais, a inéficaria de leis auxiliam na persistência da atitude. Segundo uma pesquisa da Universidade de Michigan, cerca de 60% da pessoas que usaram computadores na sala de aula alegam não terem aprendido, já que, ficaram nas redes sociais. Diante de tal exposto, fica nítido que utilizar esses aparelhos tecnólogicos desauxiliam no aprendizado do aluno, fazendo com que ele tenham pessímos resultados acadêmicos. Diante disso, é claro que essa problemática não pode perdurar.

Portanto, há necessidade de combater esses obstáculos. Para isso o Ministério da Educação por meio de políticas públicas, faça com que a lei de utilização do celular seja mais rígida nas escolas - em virtude disso, no começo das aulas os celulares serão recolhidos e entregues no final dela - a fim de ter uma sociedade consciente. Assim, a visão critíca de Durkheim irá se concretizar e vir à tona em sociedade.