A substituição do caderno por notebooks e tablets: evolução ou atraso cognitivo?
Enviada em 25/10/2022
Atualmente, a tecnologia tem se destacado com o grande crescimento na produção de produtos eletrônicos, por exemplo, notebooks e tablets, que têm por característica fácil manuseio, devido seu tamanho. Nesse sentido, esses equipamentos têm sido utilizado regularmente por estudantes e, consequentemente, diminuindo a utilização dos antigos métodos de ensino e, priorizando esses novos recursos.
Por esse ângulo, pode-se dizer que isso tem sido um problema, pois os estudantes acabam perdendo a capacidade de compreensão do que está sendo estudado, desencadiando a falta de concentração e um alto risco de dependência. Isso porque, os estudantes imaginam que conseguem realizar várias tarefas ao mesmo tempo e assim, não se dedicam à atividade que se propuseram a fazer. Essa situação afeta a escola e os educadores como um todo, causando uma desmotivação por não conseguirem um bom aproveitamento dos alunos. Isso também acarreta em um baixo aprendizado que futuramente influenciará bastante em uma concorrência de emprego.
A grande maioria das escolas hoje em dia, não possuem uma sistemática incorporada a esse sistema. O ministério da educação deve fazer seu papel, auxiliando e criando técnicas que possam unir os dois métodos, tanto o da tecnologia, que usada de maneira correta, facilita as atividades escolares, e o tradicional que comprovadamente é eficaz, pois quando o texto é lido e escrito, há uma melhor assimilação ao conteúdo, por que só a leitura não é tão eficiente, além do lado humano que trabalha as emoções do indivíduo.
Desse modo, os alunos devem ser estimulados a realizarem anotações manuais para que melhorem sua linguagem da escrita. Os professores, por sua vez, podem investir mais em slides, sem tantos textos, para que os alunos consigam compreender o que está sendo explicado e, de forma significativa, consigam anotar o que está sendo compartilhado.