A substituição do caderno por notebooks e tablets: evolução ou atraso cognitivo?
Enviada em 04/11/2022
Desde o início do século XXI, com o grande avanço da tecnologia a sociedade passou a maior parte do tempo conectadas no mundo virtual, porém, o manuseio de tablets no ensino e aprendizagem, tornou-se comum hodiernamente na vida dos estudantes brasileiros, mas, ao trocar os aparelhos tecnológicos por tablets ou notebooks no âmbito escolar podem acarretar sérios problemas na aprendizagem.
O Brasil possui um método de ensino tecnológico nas capitais, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo. Todavia, o manuseio de cadernos, lápis e canetas é apropriadamente fundamental na vida do educando, pois ao escrever ajuda-o no entendimento do assunto trabalhado e o seu desempenho nas provas escolares ou em um concurso tornam-se vantajosas.
Na frase “a tecnologia move o mundo”, escrita por Steve Jobs. Reflete-se na realidade em que se encontra o mundo atual que as escolas estão passando a implementar a educação virtual dentro das salas de aulas afetando, assim, o aprendizado cognitivo dos discentes devido a falta de uso de caderno e lápis, visto que foi confirmado pelo Centro de Pesquisa e Aprendizagem da Universidade de Michigan que 75% dos alunos testados utilizaram a ferramenta para entrar em sites não relacionados à conteúdo de estudo ou redes sociais.
Portanto, para que a educação brasileira continue avançado é importante que o Ministério da Educação em parceria com as Instituições escolares proíba o uso de dispositivos no ensino e aprendizagem e substituam por matérias escolares incentivando os estudantes a ler e escrever o que está sendo repassado, assim como trabalhar o desenvolvimento cognitivo de cada indivíduo.