A supervalorização dos laços sanguíneos leva a sociedade a ignorar problemas familiares?
Enviada em 27/02/2023
Em primeiro lugar, o que se refere a supervalização dos laços sanguíneos é correto afirmar em que tal comodidade é reflexo da passagem do século XVII para o XVIII em um contexto Europeu, uma vez que a família é o berço para educação, amor e respeito. Analisando a obra do historiador francês Philippe Ariès em “História social da criança e da família”, adotaram nessa época sentimentos em família abundante. Na contemporaneidade á família continua sendo o centro de prosperidade do índivíduo, e o mesmo laço sanguíneo que os unem também os destrói, uma vez que a família aproveita da sua compatibilidade genética, para torturar fisicamente e psicologicamente a vida do novo integrante da família.
O caso de Elisabeth Fritzl, a filha que foi presa no porão de casa, pelo seu pai, que aproveitava da sua posição de genitor para fazer o que bem entender com a filha, como por exemplo, abuso sexual, carcére privado e tortura psicológica. Esse caso refletiu muito nos dias de hoje, como notas de repúdio a essa marginalidade, mas o mesmo caso que aconteceu, não é tão distante de nossa realidade, dados divulgados pelo GOV, do disque denúncia soma-se 7.447 casos de denúncias por abuso sexual no ano de 2022 em crianças e adolescente.
A família é a pricipal responsável por esses acontecimentos, todavia não adianta repudiar um caso que viu pela Mídia e na prática agir semelhante, como por exemplo violar o Código Penal e do Estatuto da Criança e Adolescente, forçar trabalho exaustivo ao menor, encobrir o relato em que o filho vem sofrendo abusos sexuais por parente familiar, escondendo esses casos, com a desculpa de que “a família é a base de tudo” e alienando á essa passagem dos século passado de uma origem Europeia.
Em virtude dos fatos mencionados, faça-se necessário em que o ECA, filtrem os dados recebidos pelo Disque Denúncia em conjunto com Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania para poder ter um controle dos casos, e buscar uma solução para acabar com a raiz do problema, para que o Superior Tribunal de Justiça possa aplicar punibilidades mais severas, como aumentando a pena do infrator e perda da guarda imediamente da criança. Uma vez que essas medidas drástica seja para penalizar a família da criança que está sofrendo negligência.