A supervalorização dos laços sanguíneos leva a sociedade a ignorar problemas familiares?

Enviada em 25/06/2022

A Organização Mundial de Saúde, desde 1946, definem saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de infecções ou enfermidades. Entretanto, a falta de estrutura hospitalar e a idolatria aos laços sanguíneos contribuem que população ignore a necessidade de promover melhorias no sistema de saúde do país.

Nesse contexto, cabe pontuar que as instituições de saúde apresentam, em sua maioria, um sis-tema falho. Embora o Sistema Único de Saúde (SUS) atenda a constituição Federal, desde 1988, sua finalidade encontra obstáculos, seja na falta de profissionais, seja na falta de trabalhadores quali-ficados. Prova disso é o difícil acesso aos psicólogos, bem como o tratamento e prevenção de pro-blemas familiares. Desse modo, com o intuito de garantir o atendimento à terapia, cabe ao Gover-no, na figura do Ministério de Saúde, disponibilizar mais profissionais para atendimento psicológico.

Além disso, cabe ressaltar que a população população em massa, uma adoração aos laços san-guíneos. Nessa perspectiva, a Constitução Brasileira, garante a família um núcleo no qual o ser hu-mano seja capaz de desenvolver todas as suas potencialidades individuais, tendo em vista o princí-pio da dignidade da pessoa humana. Contudo, quase trinta anos depois de sua divulgação, encon-tra-se violência nos núcleos familiares, seja a física, seja a psicologica. A vista de tal preceito, a su-pervalorização de vínculos perpetua, apesar do desrespeito. Dessa maneira, cabe ao Estado, como gestor de interesses coletivos, a implementação de delegacias especializadas ao combate e o des-respeito desses termos.

Portanto, desprende-se de que raízes históricas potencializam atos inconstitucionais no Brasil. Torna-se imperativo que o SUS desenvolva tratamento adequado para as vítimas de violencia. Ade-mais, o Estado na figura de Poder Legislativo, deve desenvolver leis de tipificação como crime o des-respeito entre pessoas do mesmo lar. Outrossim, a escola deve realizar debates periodicos com te-rapeutas, a fim de instruir, imparcialmente, seus alunos acerca das violências recorrentes. Apenas sob tal perspectiva, os direitos e deveres do cidadão entre e o cidadão serão considerados.