A supervalorização dos laços sanguíneos leva a sociedade a ignorar problemas familiares?
Enviada em 30/08/2022
No filme “Matilda” é retratada a história de uma criança brilhante que cresceu em meio a pais grosseiros. Ambos ignoravam a filha , e deixavam os afazeres domésticos sobre sua responsabilidade. Ifelizmente, a narrativa de Matilda se assemelha à realidade atual de muitas famílias. Assim, mostra-se relevante pensar na supervalorização dos laços sanguíneos que levam a sociedade a ignorar problemas famíliares uma vez que, assutadoramente casos vem crescendo de crianças que fogem de casa e filhos adultos que ao conquistar independência financeira cortam laços com seus pais.
De início, é notório destacar o crescimento de casos de crianças e adolescentes que atravessam a porta de casa com o objetivo de não retornar. Isso, porque são precionados a seguir valores que eram impostos pelos pais. Os conflitos famíliar, e relacionamentos abusivos entre filhos e responsáveis estão entre os motivos mais relevantes para a fuga dos menores. Prova disso, recai sobre uma pesquisa feita pelo OitoMeia.com, que duvulgou a posição do Conselho Tutelar sobre o assunto que revela casos que acontecem com frequência de que pelo menos dois jovens fogem de casa por semana.
Ademais, cabe ressaltar que filhos independentes seguem o mesmo fluxo dos adolescentes, mas de formas definitiva cortam laços com seus pais, alegando preservar a saúde mental. Esse contexto, envolve filhos com discordância religiosa, sexual e que possuem uma cultura mais individualista, na contemporaneidade decidir quais pessoas manter dentro e fora da vida torna-se uma estratégia importante, segundo o NEWS Brasil. Sendo assim, torna-se urgente reconhecer que esse processo resulta hoje em famílias em colapso, grupos sociais de apoio a filhos órfão de pais vivos, causados pela romantização de laços sanguíneos.
Portanto, medida são necessárias para resolver o impasse, o Conselho Tutelar em conjunto com a Secretaria Nacional das Famílias, deve propor uma campanha de conscientizaçao, por meio de um projeto de lei entregue à Câmara dos Deputados. Tal campanha será disponibilizada nas escolas como palestras semanas e ao público adulto panfletos. Espera-se, com essa ação alertar a sociedade sobre problemas famíliares e não romantização dos laços sanguíneos.