A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 23/10/2019

Discute-se muito a respeito da tecnologia no combate à criminalidade. Com base nessa ideia, é possível observar o baixo aproveitamento de sistemas eletrônicos de segurança, como a não utilização para impedir homicídios. Do mesmo modo, percebe-se uma carência de recursos públicos destinados pelo governo federal a esse fim. Diante desse quadro, deve-se buscar o investimento à formação de policiais capacitados para monitorar as cidades através das imagens fornecidas por esses equipamentos.

Em primeira análise, ocorre o baixo aproveitamento dos meios eletrônicos de segurança. Esse problema ocorre porque faltam profissionais capacitados na análise das câmeras com o objetivo de impedir, previamente, os crimes. Por conseguinte, os recursos públicos que mantêm o funcionamento desses equipamentos são mal utilizados, pois a polícia não recebe, em tempo real, as informações captadas por eles.

Entretanto, analisa-se a carência de verba pública do governo federal para o uso de sistemas eletrônicos de segurança. Esse fato é decorrente do baixo interesse do Ministério da Justiça e Segurança Pública em investir nesses meios. Consequentemente, o Estado do Rio de Janeiro possui a taxa de homicídios de, aproximadamente, 40 mortes a cada 100 mil habitantes, segundo dados publicados pelo jornal Folha de São Paulo.

Portanto, é imprescindível o investimento à formação de policiais qualificados para vigiar as imagens produzidas pelos sistemas eletrônicos de segurança. A fim de atenuar o problema, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações deve criar centros tecnológicos de monitoramento com profissionais capacitados, por meio do uso de câmeras nas metrópoles, para que o efetivo dos agentes da PM (Polícia Militar) dos diversos estados possa ser direcionado para situações de emergência, como assaltos, e a população não se sinta insegura.