A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 13/11/2019

Atualmente, dois fatores que estão em crescimento são a criminalidade e a tecnologia. Quanto mais avanço tecnológico, mais o primeiro fator tende a diminuir, e como exemplo disso pode-se citar a implantação de reconhecimento facial, leitura da digital e de íris em smartphones. No que se refere a alguns municípios, pela falta de recursos disponibilizados pelo governo, poucas câmeras são instaladas, facilitando a ação dos criminosos.

O uso de aparelhos móveis é cada vez mais frequente no mundo, e com isso, os índices de ocorrências de furtos e invasões de hackers também aumentam. As empresas fabricantes de smartphones utilizam de recursos tecnológicos para a redução dos crimes citados, enviando notificações quando algum aplicativo suspeito é instalado e aprimorando os métodos de desbloqueio dos aparelhos, que dificultam a utilização dos mesmo quando furtados. Também contra os hackers, empresas aéreas criam novos sistemas de compartilhamento de dados, como a cadeia blockchain, desenvolvida este ano pela  Agência Nacional de Aviação Civil. Em uma pesquisa global da PwC, 85% das empresas de aviação possuem extrema preocupação com cibersegurança.

O Rio Grande do Sul possui o SIM (Sistema de Segurança Integrado com os Municípios), que distribui informações entre eles e o Estado, sendo exemplo disso o compartilhamento de imagens das câmeras de videomonitoramento, facilitando a ação dos policiais na apreensão dos criminosos e identificação de acidentes. Segundo um estudo realizado pela Universidade de Cambrigde, o número de reclamações da população contra à polícia do Reino Unido, reduziu em 93% após a instalação de câmeras nos uniformes.

Necessita-se, para que essas melhorias continuem sendo implantadas e distribuídas mundialmente, que os países destinem maiores verbas aos seus Ministérios da Segurança, para que a Secretaria de Segurança de cada município invista no recursos tecnológicos que o mesmo carece e reduza as taxas de criminalidade. O governo deve priorizar a instalação de câmeras nas ruas e escolas públicas para a redução de furtos e violência, aumentando a segurança. Em aparelhos móveis, as lojas que disponibilizam aplicativos para download devem ser mais taxativas em relação aos mesmo, investigando os criadores antes de autorizarem que os usuários baixem-os, para evitar que possíveis vírus e hackers invadam os sistemas.