A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 06/11/2019

O Exército do Futuro

É cada vez mais comum encontrar nos meios de comunicação notícias sobre a violência e a criminalidade. No Brasil, houve um aumento considerável nos últimos anos, chegando à marca de 60 mil homicídios no ano de 2016, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Entretanto a tecnologia surge como aliada do Governo e das políticas públicas no combate ao crime, um controle maior do trabalho e qualificando a produtividade policial.

A Revolução Técnico-Científica proporcionou uma série de mudanças na sociedade capazes de promover uma redução nos delitos. No filme “Minority Report”, que se passa no ano de 2054, os avanços tecnológicos proporcionaram ao departamento policial um sistema capaz de prever e antecipar os crimes, reduzindo-os a zero. Contextualizando o tema, a combinação tecnológica-científica com estratégias e setores de inteligência pode estabelecer o monitoramento e rapidez no trabalho, aproveitando-se de equipamentos altamente desenvolvidos, como o Detecta, programa utilizado em São Paulo, expandindo para outras regiões.

Ademais, os agentes de segurança como os policiais, devem ter um aumento na qualificação da produtividade, assim como o uso de aplicativos e programas que diminuem a burocracia e tempo gastos com papeladas e protocolos, realizando tais funções através de celulares e tablets.Países como Irlanda e Nova Zelândia já fazem o uso dessas tecnologias para ampliação das ações de segurança publica, provocando uma queda significativa nos índices criminais, além de estarem classificados entre os países mais seguros do mundo.

Em suma, são necessárias medidas que estimulem o uso desses mecanismos de avanço para proteção social. O Governo Federal, através do Ministério da Justiça e Segurança Pública, com o apoio de setores privados, devem realizar investimentos tecnológicos, a modernização dos equipamentos e a qualificação policial, por intermédio de cursos, além da criação de uma Agência de Inteligência, que será responsável pela segurança eletrônica e digital, visando amenizar a criminalidade e construir um país mais seguro.