A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 13/01/2020
No filme “A dupla implacável”, o personagem Charlie Wax consegue evitar um atentado terrorista utilizando de meios tecnológicos. Fora da ficção, o Brasil passou a aplicar algumas tecnologias que auxiliam no combate à criminalidade: reconhecimento facial e rastreamento de criminosos virtuais. O que evidencia, portanto, a importância do poder público destinar investimentos para aplicação extensiva dessas inovações.
As grandes cidades do Brasil, como Salvador, possuem índices de criminalidade elevados. Em face disso, em 2018, o Governo da Bahia passou a instalar câmeras de reconhecimento facial na capital baiana. A tecnologia foi capaz de identificar fugitivos e prender criminosos no Carnaval de Salvador, conforme matéria do site Canaltech. Esse exemplo evidencia que esses recursos têm mostrado resultados positivos no combate aos crimes. Logo, tal aparato tecnológico deve ser implementado de forma mais expansiva no país.
Além disso, a internet é outra tecnologia que vem contribuído, eficientemente, nas investigações policiais. Com a instalação rastreadores de IP (número identificador de dispositivos conectados à rede mundial), é possível investigar diversos crimes cibernéticos (a pornografia infantil, por exemplo), visto que os agentes de segurança, além de rastrear, podem mapear atividades dos criminosos e identificar os locais onde fazem o compartilhamento dos materiais ilegais. Dessa forma, não há dúvidas que a internet é uma ferramenta eficaz no combate aos delitos penais.
Diante do exposto, não há dúvidas que a tecnologia é uma aliada importante da Segurança Pública contra a criminalidade. Sendo assim, é imprescindível que o Governo Federal forneça subsídios para que os governos estaduais possam implementar novos aparatos tecnológicos, bem como expandir os já existentes, como as câmeras de reconhecimento facial. Com isso, esses recursos irão facilitar e tornar mais preciso o trabalho das polícias investigativas. Assim como, a população conseguirá ter a garantia de uma efetiva - e não utópica - paz social.