A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 18/04/2020
Segundo a Constituição Federal, é dever do Estado garantir segurança a todos os cidadãos. Assim, com a facilitação da chegada de novas tecnologias no mercado brasileiro, fez-se necessário um aprimoramento da segurança pública, cooperando inteligência humana com artificial para melhores resultados na vigilância de cidades, comunidades e unidades prisionais.
Para Charlie Chaplin, um grande pensador cinematográfico do mundo moderno, para termos um mundo melhor, precisamos assegurar o desejo de trabalho para todos, um futuro para a juventude e segurança para a velhice. Porém, em um país com índices de violência e criminalidade tão altos, a segurança deve ser sua prioridade, para assim assegurar os demais pilares. Nos tempos atuais, uma simples câmera de segurança pode prevenir ou impedir assaltos em propriedades privadas e ruas bastante movimentadas, e também, encontrar pontos de tráfico de drogas ou traficantes e procurados.
Outrossim, as câmeras de segurança também são bastante aproveitadas dentro de unidades penitenciárias, onde a cooperação das mesmas com os funcionários acabam com brigas, aglomerações e possíveis fugas e rebeliões, mostrando a tamanha importância que a tecnologia ganha quando se trata de segurança. Porém, ela ainda pode ser reforçada com o aumento dos custos, para dessa forma, utilizar recursos mais sofisticados e complexos, como bancos de dados conectados a outras cidades ou drones para melhor reconhecimento de locais perigosos e encontro de foragidos.
Sendo assim, cabe ao Estado investir em sistemas de segurança que monitorem os locais públicos de maior movimentação. Também deve-se promover debates e palestras em locais abertos e de fácil acesso, com profissionais da área de segurança pública, para aqueles interessados em utilizar tecnologias de monitoramento em sua residência, a fim de que possam trabalhar em conjunto com a população fornecendo imagens quando necessário e atualizando os policiais em casos de perigo.