A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 25/04/2020

O período conhecido como Guerra Fria, foi caracterizado como o momento de maior desenvolvimento de tecnologia e de armamentos. Em consonância ao mundo bipolar, nota-se a importância do uso tecnológico para o combate a ações criminosas no Brasil de 2020. Tal essencialidade deve-se ao auxílio que câmeras de monitoramento e aparelhos detectores de objetos ilegais, por exemplo, ao trabalho de agentes da segurança. Por conseguinte, é mister o uso de tais itens para a segurança  do país.

Em primazia, é imperioso destacar a falta de recursos para tecnologia apresenta-se como um atraso que dificulta o combate ao crime. De acordo com o filósofo George F. Hegel, o Estado tem papel de paternidade em relação à sociedade. Análogo ao pensador, é notório o não cumprimento desse papel ao analisar a escassez de recursos destinados à área de pesquisas de ciência e tecnologia com intuito de incrementar máquinas e dispositivos de segurança o que acarreta, infelizmente, em maior dificuldade de proteção às cidades brasileiras.

Outrossim, vale salientar que os avanços tecnológicos permitiram mudanças nos métodos de combate e prevenção aos atos de criminosos. Parafraseando o pesquisador Steve Jobs, a tecnologia que movimenta do mundo. Analogamente ao pensador, é perceptível que o uso da tecnologia ligado à força humana permitiu maior sucesso na redução do índices de assaltos e outras ações criminosas, com o uso de dispositivos de alarmes e de monitoramento por exemplo, nas regiões metropolitanas. Dessa forma, é necessária a garantia do uso da tecnologia para tais situações.

Destarte, urgem medidas que transformem o cenário nacional. Em primeiro plano, cabe ao Poder Público federal, órgão de maior poderio para ações no país, a redistribuição de capital para as áreas de produção de tecnologia, com intuito de permitir serviços de segurança eficazes. Ademais, cabe às prefeituras em parceria com agentes de segurança, o investimentos em equipamentos de monitoramento em locais públicos, para manter a segurança das cidades. E assim, cumprir o papel estatal.