A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 30/05/2020
Tony Stark, o “Homem de Ferro”, que é super-herói da “Marvel”, ao invés de possuir super-poderes, sua única arma é a tecnologia. E foi por meio dela que ele construiu sua armadura, foi capaz de atirar, de voar e, assim, combater os vilões e a criminalidade. Saindo da ficção, nota-se que atualmente a tecnologia é usada em muitas esferas para solucionar os problemas da sociedade, e no que diz respeito ao combate à criminalidade não é diferente. Dessa forma, é necessário discutir os benefícios do uso da tecnologia no combate à criminalidade bem como seus obstáculos.
É fundamental, de início, ressaltar que o uso dessa engenharia favorece toda a sociedade. Isso, pois a população de um determinado lugar fica mais segura quando os órgãos responsáveis pela segurança utilizam de elementos tecnológicos. Já que, a força humana, muitas vezes, não é suficiente para combater alguns tipos de crime ou não há como ser utilizada. A exemplo disso, o Carnaval de Salvador de 2019, quando um criminoso foi achado pelas câmeras de reconhecimento facial em pleno circuito de folia. Fato não teria ocorrido se não fosse o uso da tecnologia. Logo, é preciso a aplicação dessa e de outras ferramentas pelo país inteiro.
Por outro lado, o empecilho que dificulta o uso dessas técnicas no combate á criminalidade é a falta de recursos para instalar e manter essas tecnologias. Isso, porque para uma tecnologia de boa qualidade é necessário um alto investimento e o Governo não consegue arcar com todos os custos para implantar essas engenharias em todas cidades. Prova disso, é a quantidade mínima de cidades brasileiras que desfrutam desse tipo de benefício. Dessa forma, é imprescindível que medidas sejam tomadas para resolver essa problemática.
Portanto, infere-se que ações para mitigar tal problema são essenciais. Por isso, é crucial que o Ministério da Economia, por sua função de determinar a política econômica para o país, deve criar uma secretaria especial para tratar dessas tecnologias, por meio de pessoas qualificadas que possam produzir alternativas para diminuir os preços das tecnologias que são necessárias para o combate à criminalidade, a fim de que, aos poucos, essas engenharias possam ser implantadas em todas as cidades do país. Desse modo, a tecnologia poderá ser mais usada para fins criminais como foi em “Homem de Ferro”.