A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 02/06/2020

Como falava Steve Jobs, “a tecnologia move o mundo”. Sendo assim é possível atentar sobre os efeitos que essa tem sobre a sociedade, um exemplo disso é o combate à criminalidade, desde a implantação dessas novas tecnologias, vem crescendo nas últimas décadas. No entanto, existem algumas dificuldades, como a falta de recursos para manter essas inovações e o mito de que essa tecnologias são suficiente para evitar o acontecimentos criminosos, atrapalhando a utilização dessa engenharia, sendo necessário que a comunidade haja em conjunto com o Estado para que o progresso ocorra.

Segundo Darwin, “o ser humano está em constante processo de evolução”. Á vista disso, é possível notar que com o passar dos anos, o modo como a sociedade lida com seus problemas mudou, quando o assunto é o combate à criminalidade, já não é mais suficiente apenas o uso da força humana, é, por muitas vezes, necessário o auxílio da tecnologia, sendo as câmeras de segurança, o principal símbolo dessa utilização. Ademais, a evolução levou o homem a estar em constante uso da tecnologia para resolver os crimes nas cidades e municípios, o uso de sistemas de alarmes em bancos e prédios do governo mostra que o gerenciamento dessas localidades não seria possível sem a utilização desses equipamentos, uma vez que, são lugares que necessitam de extrema proteção.

Além disso outro problema é a falta de recursos para instalação e manutenção desses equipamentos,e é dever do Estado garantir que os cidadãos estejam seguros como é dito na Constituação Cidadã de 1988 - “a população tem direito à segurança e liberdade”- mas ao falharem na sua parte do contrato, cabe às pessoas arcarem com os custos para se manterem protegidas.Sendo assim, ao se instalar um sistemas de segurança avançado em suas residências, as pessoas acreditam estarem protegidas da criminalidade e desprezam, por muitas vezes, os serviços dos agentes de segurança o que dificulta a segurança das cidades como um todo, visto que ao presenciarem situações de perigo, muitos não notificam a polícia por acharem que estão seguros, essa individualidade prejudica o resto da população.

Portanto , cabe ao Estado investir em sistemas de segurança que monitorem os locais públicos de maior movimentação e abram mais concursos públicos para policiais que patrulhem ruas e conversem com a população para que eles se sintam mais seguros. Também deve-se promover debates e palestras em locais abertos e de fácil acesso, com profissionais da área de segurança pública, para aqueles interessados em utilizar tecnologias de monitoramento em sua residência, a fim de que possam trabalhar em conjunto com a população fornecendo imagens quando necessário e atualizando os policiais da situação em que sua localidade se encontra, para que assim a tecnologia possa mover o mundo em favor dos que vivem nele.